domingo, 15 de março de 2009

As Novas Tecnologias no Futebol - petição

No passado dia 12 de Março de 2009, o comentador Rui Santos, no programa "Aqui e Agora" avançou com a proposta de que o futebol português precisa de utilizar as novas tecnologias, em nome da verdade desportiva. O tema tem motivado discussões quentes em todo o mundo do futebol, mas a FIFA parece pouco disposta à mudança.
Segundo Rui Santos :"A introdução das novas tecnologias no futebol, para reduzir a margem de erro dos árbitros, não tem necessariamente de mudar a essência do jogo: os seus ritmos, a beleza dos movimentos, a genialidade dos protagonistas. Mas dar-lhe-á verdade."
Pela verdade desportiva no futebol, Rui Santos lançou uma petição online.
Quem estiver interessado nesta petição fica aqui e o link e um video da discussão gerada no programa.
Link : http://sic.aeiou.pt/online/noticias/desporto/especiais/verdadedesportiva/
Link do video: http://sic.aeiou.pt/programasinformacao/scripts/VideoPlayer.aspx?ch=aquieagora&videoId={A495671E-6DBF-4F5C-8C17-06A2A872C876}

A tecnologia chega às escolas

"O Plano Tecnológico da Educação" prevê que em 2010 haja 27.000 quadros interactivos nas escolas portuguesas e que cada sala de aula esteja equipada com um computador e um projector que permita a habitual utilização de conteúdos audiovisuais pelos professores, o acesso à internet projectada no ecrã etc.
Os computadores, a tecnologia digital e as inovações no mundo audiovisual já transformaram as nossas sociedades. E tudo continua a mudar a uma velocidade estonteante.
(..) Nas escolas, as novas tecnologias estão a dar os seus frutos e prevemos que irão produzir uma verdadeira revolução nos tempos mais próximos. Já começamos a ver a utilização dos quadros interactivos que tornam muito mais atraentes e fáceis de perceber as explicações do professor. Em breve teremos que mudar a expressão “chamar o aluno à pedra”. Ele poderá também manipular o que está no quadro e dar o seu contributo interessadamente e de uma maneira lúdica.
A utilização dos retroprojectores para a ilustração das aulas já era uma boa técnica, mas com o uso do portátil e do projector de vídeo as novas possibilidades são incomparáveis. Cada bom profissional do ensino terá no seu computador uma base de dados com textos, esquemas, planos de aula, pequenos vídeos que poderá projectar quando achar conveniente.Todos sabemos a força e o impacto que as imagens têm. É costume referir que uma imagem vale mais do que mil palavras. E, de facto, elas poderão ser um bom ponto de partida para se poder atingir os processos cognitivos mais exigentes. Os nossos alunos cresceram rodeados de imagens e os seus cérebros foram moldados nesse contexto. Sendo assim, a escola terá de ir ao encontro dessa condição para alcançar os seus objectivos mais ambiciosos.
Sabemos que um dos grandes problemas da escola é o insucesso, o abandono precoce e a indisciplina que, muitas vezes, resulta da passividade dos alunos que dificilmente conseguem suportar longas exposições teóricas, muitas vezes desenquadradas dos seus interesses. É uma seca! dizem eles. Têm que estar sentadinhos a escutar o professor em aulas de 90 minutos e por vezes não aguentam mais. As raparigas conseguem resistir mais algum tempo, mas os rapazes querem acção e o ensino tradicional pouca acção lhes dá. Será que com as novas tecnologias e a orientação inteligente dos professores, conseguiremos ultrapassar esta situação?
Não podemos ficar pelas eternas lamentações que atribuem todas as culpas aos pais, ao desinteresse, à impreparação e má vontade dos alunos, que só querem brincadeira, que estão viciados nos jogos, nas novelas e em tudo o que é superficialidade e que, ainda por cima, só sabem é faltar ao respeito aos professores. Tudo isto pode ser verdade, mas não podemos continuar na atitude recriminatória sem um esforço para mudar métodos de há 30 anos que podiam ser eficazes mas que já não servem para esta geração que foi moldada pela televisão, pelas consolas e pelos computadores. (...) "


Professor Turé Couto


Fonte : http://jornal.esfmp.pt/node/4

quinta-feira, 12 de março de 2009

Chinesa BYD vai produzir carros eléctricos recarregáveis


A empresa chinesa BYD, com sede em Shenzhen (província de Cantão, sul do país), vai começar a fabricar carros eléctricos recarregáveis a partir de 2009, graças à redução dos custos de produção com materiais mais baratos para as suas baterias, informa hoje o jornal Shanghai Daily.
A BYD, que originalmente fabricava baterias para telemóveis, usava nos seus veículos baterias de ferro em lugar de lítio, para reduzir os custos, o que impedia que a empresa vendesse os seus carros em mercados estrangeiros.
«As baterias de ferro demonstraram ter um maior rendimento em segurança e uma maior capacidade», explicou a companhia em comunicado.
Um primeiro modelo híbrido, alimentado a partir de gasolina e electricidade e fruto de quatro anos de pesquisa, será lançado no mercado chinês na segunda metade de 2008, segundo os planos da empresa.
A BYD, que entrou na indústria automobilística como fabricante em 2005, espera comercializar 100 mil veículos este ano, o que representaria um aumento de 67% nas suas vendas.

Jazigos produzem energia eléctrica


Os jazigos de um cemitério em Espanha estão a fornecer energia eléctrica à cidade de Santa Coloma de Gramenet. À falta de espaços planos e soalheiros, esta urbe, dos arredores de Barcelona, instalou painéis solares no cemitério local.
“O melhor tributo que podemos prestar aos nossos antepassados, independentemente da religião que professem, é gerar energia limpa para as gerações futuras. É esse o nosso lema”, disse Esteve Serret, director do consórcio Conste-Live Energy, formando entre a empresa que gere o cemitério e a que fornece a electricidade, respectivamente.
“A princípio, diziam que éramos loucos”, disse Antoni Fogue, membro do município de Santa Coloma de Gramenet. Entre a “falta de respeito” e a indignação dos habitantes, não foi fácil o início da coabitação entre caixões e painéis solares. “Esta instalação respeita integralmente a memória dos mortos e as famílias dos defuntos”, acrescentou, em declarações à CNN.
Os 462 painéis solares produzem cerca de 100 kw de energia, o equivalente ao uso doméstico de 60 casas, por ano. São distribuídos por 1.083 metros quadrados de placas solares fotovoltaicas, numa área 2.300 metros quadrados, sobre os jazigos.
O cemitério é a última morada de cerca de 57 mil defuntos e os painéis solares ocupam, cerca de 5% da área total do espaço. O projecto custou cerca de 720 mil euros.
Nesta primeira fase, o parque solar gerará 124.374 kWh/ano de energia. Um benefício ambiental estimado em 62 toneladas/ano de redução de emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

EDP quer turbinas eléctricas flutuantes na costa portuguesa


A EDP vai avançar com o projecto WindFloat - desenvolvido pela EDP Inovação juntamente com a empresa Principle Power -, que se propõe instalar parques eólicos geradores de electricidade na costa portuguesa.
Este projecto foi concebido pela empresa Marine Innovation & Technology e é detido pela sociedade Principle Power, com sede em Seattle, nos Estados Unidos da América.
A EDP considera que os geradores eólicos e as respectivas bases flutuantes do projecto WindFloat terão características inovadoras, que asseguram maior controlo do movimento das ondas e das turbinas.
Segundo a EDP, a operação será realizada em três fases. “Na primeira fase será construído e instalado um WindFloat para efeitos de demonstração. Seguir-se-á uma fase pré-comercial, em que serão instalados três a cinco equipamentos e, por fim, o projecto entrará na fase de exploração comercial”, refere a EDP.
Além da Principle Power e da EDP, este projecto acolherá outros accionistas, a anunciar num futuro próximo.